Todo mundo já presenciou ou protagonizou cenas de “gozação” com o colega. Nome meu caso mesmo, tenho experiências em que eu era em hora o autor e em outrora vítima de tal “brincadeira”. Mas com o tempo a brincadeira ficou séria e saiu do lado lúdico e foi para um lado mais ligado a discriminação, e tal ação passou a ser denominada bullying.
A origem da palavra bullying vem do inglês bully que quer dizer “valentão”, e designou-se esse termo para descrever atos de violência física ou psicológica que se dá de maneira repetitiva e intencional com objetivo de intimidar ou agredir o próximo.
O cyberbullying pegou carona nessa onda de reprimir, e contando com o anonimato da internet e uma legislação pouco específica para isso (como já citei anteriormente) que contribuiu para que ganhasse força principalmente entre os jovens, e com isso a coação saiu da sala de aula e do pátio da escola e foi parar na internet, onde tem uma visibilidade maior e uma possibilidade punição inversamente proporcional.
É nesse ponto que a propaganda tem a possibilidade de intervir e ajudar a diminuir a prática do cyberbullying, fomentando principalmente os jovens a respeito de o quanto essa coação é prejudicial para o psicológico do abusado.
Infelizmente, hoje em dia, esse tema não é alvo de campanhas do governo e ONG’s em geral que abordam assuntos não menos importantes que esse para a sociedade.
Podemos acompanhar alguns casos de bullying e cyberbullying no vídeo abaixo
Outro vídeo que ganhou notoriedade foi esse caso que foi registrado em que o menino que sofria bullying a anos, se revoltou e contra atacou um de seus algozes
De uma maneira genérica, podemos dizer que o cyberbullying deveria ser um tema mais abordado pela sociedade e ser tratado de uma maneira mais séria pelas autoridades para evitar que se torne uma regra e não exeção.
por Gustavo Leite Rehder
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